São situações como estas, aquelas com que nos confrontamos, que nos possibilita crescer e não cair no mesmo erro duas quanto mais 3, 4... vezes.
Certamente que faz sentido em qualquer mente humana. Mas como de monstro me intitulam e fazem de mim (...), deve ser a razão pela qual eu não consigo proceder do mesmo modo. Então, e eleva-se a questão, o que fazer? Uma pedra em cima só faz com que se afunde mais o assunto pois nunca vi uma pedra flutuante ou com capacidades voadoras.
Pode-se sempre procurar outras pessoas que substituam as mais antigas. De certa forma intriga-me o funcionamento desta pseudopolítica ainda que tenha sido parte experiente dela.
Talvez seja esta a hora daquele, e passo a expressão, "paleio roto". Palavras sem sentido que revogam, ou pelo menos o deveriam fazer, ideologias nossas perdidas nos confins da nossa consciência.
Talvez ao nascer deveríamos ser providenciados com um livro de instruções para que pudéssemos, assim, melhor entender certas pessoas e, sobretudo talvez, nos entendermos melhor. Dado que possível não é, há que nos contentarmos sobre o que existe, pesando os prós e os contras.
E, então, são situações dessas que me levam a pensar o que há tempos postei: " Vivemos como se não fôssemos morrer. E acabamos por morrer como se não tivéssemos vivido."
Há que mudar e (...) tendo ela razão.
A juntar a isso perdi umas das muitas oportunidades, espero, de realizar um sonho desde há muito achado que se sobrepõe a quase tudo e todos e que, talvez, seja das únicas ou poucas razões pela qual ainda quero que saibam da minha existência.
Sendo tudo "só até ao dia..."

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