terça-feira, 30 de novembro de 2010

"Picture perfect memories...


Scattered all around the floor.
Reaching for the phone 'cause
I can't fight it anymore.
And I wonder if I ever cross your mind
For me it happens all the time.

It's a quarter after one,
I'm all alone and I need you now.
Said I wouldn't call
but I lost all control and I need you now.
And I don't know how I can do without,
I just need you now.

Another shot of whisky,
can't stop looking at the door.
Wishing you'd come sweeping
in the way you did before.
And I wonder if I ever cross your mind.
For me it happens all the time.

It's a quarter after one,
I'm a little drunk,
And I need you now.
Said I wouldn't call
but I lost all control and I need you now.
And I don't know how I can do without,
I just need you now.

oh ohhh...
Yes, I'd rather hurt than feel nothing at all.
It's a quarter after one,
I'm all alone and I need you now.
And I said I wouldn't call
but I'm a little drunk and I need you now.
And I don't know how I can do without,
I just need you now,
I just need you now.
Oh, baby I need you now."





Em suma, eu acho que diz tudo.

E tu?

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

A única questão que se levanta é "Porquê?".
Se alguém me souber responder como, quando, onde e se...

domingo, 14 de novembro de 2010

Comforting Sounds

& She was right all the time:

" - Do you believe about the things you wrote?"

" - I hope so."

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

What else?


Confesso que é sempre algo complicado começar a escrever alguma coisa porque nunca sei por onde começar. (E lá vem aquela boquinha do: “ Pelo princípio, por exemplo.” Já perdeu, e há muito, a piada.)

Preciso duma definição de “personalidade”. Aquela palavrinha que me é tão confusa. É aquilo que nós somos, aquilo que fomos, aquilo que gostávamos de ser…?! É fazer ou dizer porque aquele também faz ou diz? Ou é uma espécie de mistura entre tudo isto?

Olhando e não para muito longe, encontro dessas falhas como grãos de areia na praia. Uns fazem-no porque, aparentemente, querem dar-se a mostrar como valentes. Outros fazem-no para parecerem valentes àqueles que se querem mostrar como valentes. E afins…

E depois há aqueles que se moldam aos padrões daqueles que são, dos que não são e dos que gostavam de ser numa tentativa de agradar a todos. A esses, chamo-os de camaleões. Disfarçam-se duma forma tal, perante os presentes. E num final de contas vêm-se a agradar a todos, menos a eles próprios. E passam por imbecis sem personalidade. E aí pergunto: qual é a definição de “personalidade”? A que está escrita no dicionário? Ou aquela a que melhor nos moldamos, aquela que nos serve de melhor?

Falando num campo hipotético embora particular (e vou tentar ser o mais claro possível para que as pessoas em causa consigam perceber), existe uma determinada pessoa, a qual passo a designar por pessoa X que, (irónica e talvez estupidamente) contra a sua decência, gosta duma determinada pessoa, a pessoa Y. Esta última parece ser uma pessoa brilhante, inteligente, casmurra, repugnante, que sabe perfeitamente aquilo que procura, engraçada, bonita e um mix de todos os adjectivos que cada um lhe quiser atribuir. A pessoa X, já por si, procura manter-se no seu canto, sem querer ser descoberta. E que durante um determinado período de tempo, talvez o de incubação, alcança esse facto. Mantém-se calada e passa despercebida a tudo e todos. Passado o seu período de incubação, liberta-se. E procura uma forma de compensar todo aquele tempo perdido enquanto esteve na dita incubação. E começa então a procurar e procura e procura até que chega à conclusão que não pretende procurar mais. Apenas e só vai encontrado. Controverso? Imagine-se.

(E é agora que isto se torna complicado) A pessoa X nada tem em comum com a pessoa Y exceptuando um e um só simples facto, o qual jamais irei mencionar. Como quem diz: são, na quase sua totalidade, opostas. E no que trata a relações? Poderá aplicar-se a mesma ciência?


“She saw everything I am. “

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Por onde...

...começar?
Ora pelo início, certamente.

Sou uma espécie de multi-funções, só que em pré-reforma. Se ao menos me substituíssem as drives...

Oh, faltou-me a "musa".

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Aquelas coisas...

... do tipo:





e depois aquelas deste, seguidas:





Conclusão, coisas estranhas.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Sinais de fumo .

Naqueles dias em que gostava de ser como o fumo libertado por uma chaminé num dia de Inverno raivoso . Aquele fumo que se perde pela atmosfera . O fumo que se desprende da união que até aí havia .
Que vontade ...

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Por vezes pergunto-me se (não) ...




Se fiz alguma coisa que não devia.
Se disse alguma coisa que não devia.

Se não fiz alguma coisa que devia.
Se não disse alguma coisa que devia.

Este compasso de espera atormenta-me como o mar raivoso atormenta as pedras num paredão imenso que se perde pelo horizonte por trás de um pôr do sol majestoso embora triste.
Não sei muito bem o que pensar nem sei se devia fazer alguma coisa. Arrependo-me do que eventualmente (não) faça.

Tempos ...


Acordei a pensar no que me apetecia fazer. Lembrei-me, então, que poderia ou ficar na cama sem nada para fazer ou que podia relembrar os meus tempos de puto. Oh , e que tempos.

Peguei então num dos 5 mil e tais cd's que estão em minha casa e decidi ouvi-lo. É uma espécie de um best of com várias bandas e músicas diferentes . " A Idade do Pecado " , é o nome do álbum.

Enquanto trocava mensagens escritas e escrevia este post relembrei músicas há muito esquecidas como o " Vai-te lixar - Mau Maria" , " Bué da baldas - Despe e Siga " , " Indecências - Mercúrioucromos " , ...
E olho para trás, num passado tão longínquo e surpreendo-me comigo mesmo. Surpreendo-me como o tempo nos escorrega pelos dedos sem darmos conta. E deparo-me com a ideia de viver mais intensamente . Mas como? Como é que eu posso tirar o máximo partido da vida? É estudando? É trabalhando? É estar com os amigos?

Essa ideia de tirar o máximo partido da vida é mais filosófica que outra coisa . E se há coisa que nunca fui bom foi a filosofia.
Quero ser do tempo da tecnologia capaz de criar uma máquina do tempo. Quero voltar atrás , nem que seja em 3ª pessoa e recordar as coisas que jamais voltarei a passar. E que os putos d'hoje em dia não pensam em mais nada do que jogar computador ou enfardar como as vacas.

Tempos...

sábado, 1 de maio de 2010

On & on

A inspiração não é grande mas é suficiente para escrever o que me corre nos neurónios. Não estava à espera da tua reacção e o que disseste deixou-me contente comigo mesmo mas sobretudo deixou-me contente , muito contente contigo.

Finalmente sinto-me bem comigo mesmo. Tudo corre sobre rodas. Acho que já não era sem tempo. Tempo de partir para outra e deixar o passado para trás sem que me traga assombrações , pesadelos constantes que não me deixavam dormir. Sombras que me acompanhavam ao longo do passeio em noites nada agradáveis.

Achava-me inatingível no que toca a dor psicológica. Achava que isso era uma treta e que nunca nada me aconteceria. E quando fui atingido estava desprevenido e inseguro de mim próprio. Sem saber muito bem o que fazer e quando dei conta de quem era e o que realmente estava a fazer não quis acreditar. Olhei para um passado pouco ou nada distante e reparei em todos os pormenores que fiz e não devia e os que devia e não fiz.

Por outro lado serviu-me de lição. Mais uma de muitas.
Estou contente com esta mudança. E um ' Obrigado especial ' a ti pois foste a pessoa que mais proporcionaste a esta mudança .

domingo, 25 de abril de 2010

Cantábrico


O meu sorriso é de orelha-a-orelha.
Finalmente parece que tudo está encaminhado no sentido certo. Acho que há muito tempo que não me sentia assim tão bem. Tão bem comigo mesmo. Tão bem para com os outros.
Começo a achar que já devia ter procurado há mais tempo a ' felicidade ' e lamento o tempo que não procurei e que me redimi perante pessoas que em nada mereciam.
"Não interessa , está no passado."

Jamais conseguirei expressar o sonho em palavras .

terça-feira, 6 de abril de 2010

(Des)preocupações .


Hoje a história é sobre mim . Finalmente .

Mas o que me traz cá hoje e bem que seja sobre mim não é coisa boa . Ultimamente parece que me ando a esquecer de quem sou e de quem fui , desconhecendo quem serei . Vivo como se nada fosse e como se cada minuto fosse só mais um segundo (e sim , foi de propósito) .

Ando-me a esquecer do que desejo , do que ambiciono , das pessoas que me rodeiam e simplesmente estou-me a borrifar para tudo . Parece que já nada me cativa . Faz-me lembrar nos tempos em que eu era criança , dos meus 5 aos 9 anos em que nada mas nada me preocupava . Vivia duma forma como se os problemas não existissem e ultimamente tem vindo a acontecer o mesmo .

Ainda bem que assim é . Não me preocupo com nada . Só espero que não me traga mais problemas no futuro .

Os problemas rodeiam-me . Rodeiam-nos . A ti e a mim . A única diferença é que eu não quero ver isso como problemas mas sim como uma experiência para o futuro . É a tal despreocupação .


Hoje a história é curta e fico-me por aqui . Amanhã há mais .

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Diz-me que é um brincadeira ...


Não , a sério ... Diz-me que é a brincar , que tudo isto não passou de um mau pesadelo .
Quem me dera que fosse um mau pesadelo . Mas a realidade aqui é bem diferente .

Depois de tudo o que fiz e faço não merecia isto . Ajudei-te a resolver problemas que nada , mas absolutamente NADA tinha a ver comigo . E expus-me a mim e a outras pessoas a um risco que nada merecem passar por isso . Tudo em prol de sua excelência . Para quê , né ?
Sem entrar em pormenores, chego à conclusão que sou um mero brinquedo que para aqui ando . Que só serve para pedir favores mas quando tento que retornes um favor o que é que eu tenho ? Uma pedra num sapato , um coice para trás , um não escondido entre palavras culpadas .

Mas tudo bem, um dia que venhas a "correr para os meus braços" para me pedir ajuda ... Bem que podes correr e dar a volta ao mundo mas te garanto que nunca me vais encontrar . Não se faz o que fizeste .

Chega, ando-me a cansar . Já ando mesmo muito cansado . E a ver que o meu cansaço não é , em ponto nenhum , retornado.

Chega gente , parem de contar comigo seja para o que for . E principalmente tu , não estava mesmo à espera.

Mas cá estou hoje , outra vez feito parvo .
Isto é a mais pura das ironias e a mais pura das ignorâncias , (e desculpem a expressão) , foda-se . Olhem que é preciso ser mesmo muito burro .

Ainda te queixas que estás diferente a ser assim com as pessoas . You are damn right . A pouco e pouco vais perdendo tudo e todos . Até que vai chegar ao dia que não conseguirás encontrar nada .

Chego a outra conclusão , à conclusão de que não tenho auto-controlo . Controlo da minha pessoa em relação a outras.

Ainda estou para te dizer isto tudo . É bom que nem abras a boca pois estás muito sujeito a que te diga o que quero e o que não quero .


Fico-me por aqui .
Da próxima venho com outra história do mesmo . É sempre mais do mesmo . E nunca se muda .
Já diz o outro e com razão: " People never change . " E eu começo a acreditar piamente nisso .

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Jack & Sally .


Ninguém tem esse direito. Pelo menos é o que eu penso. Pelo menos eu não o faço a ninguém.

Ah, mas quê? Já se sabe como é. Brincam com as pessoas como de bonecos se tratassem. Onde lhe arrancam o coração, separam a cabeça da mente. E no fim, o que era um boneco bem composto, perdeu o sentido. Já não tem coração para sentir. Nem cabeça para distinguir. Distinguir o que é real e o que não é. E tudo o que vier é mau, péssimo... Excepto uma única coisa, a que esperamos ouvir, sentir ou gozar. Umas palavras, um gesto, uma brincadeira... Uma(s) única(s) coisa(s) tão poderosas que faziam bom ou mesmo excelente o que até aqui era mau ou péssimo.


Dá-se muita importância a certas coisas e outras certas pessoas. Demasiada importância que até nos esquecemos o quão importante somos nós, para nós próprios.
Felizmente há uns quantos, poucos mas bons, amigos que me chamam a atenção para essa minha realidade. Mas parece que se aplica o ditado "Pior que o cego, só mesmo aquele que não quer ver."
Há quem veja a vida como uma peça de teatro. E eu também a vejo assim: o encenador, as personagens, o ambiente e a história. Nesta peça eu sou o encenador. Ironicamente não sou eu que dirijo a peça. As personagens que me rodeiam e o ambiente onde se desenrola a história faz e dirige a minha peça. Ambiente esse hipócrita.

E no fim, graças a isso e a essas, vivemos como se não fossemos morrer e acabamos por morrer como se não tivéssemos vivido.
E isto deixa-me triste.



Achei piada quando alguém me disse que fez o que fez porque eu era um "monstro". Aparentemente não sou o único. E vives cercada por esses monstros. Irás reparar nisso, eventualmente.
Eu vivo rodeado desses monstros. Sei porque nos reconhecemos uns aos outros.



E por hoje já chega. Porque já perdi a vontade de qualquer coisa, neste momento.
Para todo o sempre.