sexta-feira, 10 de junho de 2011

Qual título?

Eis para que serve um blog: vomitar ideias que não as consigo dar a entender a outros seres.

Tentei e tento passar por elas, as ideias, de forma distante mas de alguma maneira reparo que vêm sempre parar junto de mim. Ideias que vêm e que vão como esta, a de escrever sobre algo que custa. Já destas elas não pairam como queria. São assombradas pelas outras que deviam desaparecer.

Pois a minha vontade é de falar contigo ainda que não consiga ganhar coragem para. Cerca de um ano e meio de conversa para acabar em questão de minutos. Quão cruel é isto? Quão cruel foste tu para teres feito o que fizeste?
Certo é que me disseste que nunca te ias comprometer. Mas sabias perfeitamente a situação e o quanto eu dependia de ti. Foi como se tivesses tirado o chão dos meus pés.

Talvez mais tarde.

terça-feira, 22 de março de 2011

de, desde, durante...

... até que, por vezes, ouvimos que somos "sufocantes". Quase que no sentido literário da palavra.

E tu que me prendes a um universo vazio mostrando uma pequena estrela com  milhões d'anos a milhões de milhões d'anos-luz? Que é isso se não ser sufocado?
Deve ser um dos maiores defeitos dos seres humanos: pensar que só ele existe.

Enquanto reconheces ou não, cá estarei. Até à próxima.

E porque, afinal, o disco troca-se mas a música é sempre a mesma.

segunda-feira, 7 de março de 2011

E, contudo...

O que resta? Levo "uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma".
Como muitos outros, foi apenas mais um. & that's fuckin' all.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Não vou ao mar.


São situações como estas, aquelas com que nos confrontamos, que nos possibilita crescer e não cair no mesmo erro duas quanto mais 3, 4... vezes.

Certamente que faz sentido em qualquer mente humana. Mas como de monstro me intitulam e fazem de mim (...), deve ser a razão pela qual eu não consigo proceder do mesmo modo. Então, e eleva-se a questão, o que fazer? Uma pedra em cima só faz com que se afunde mais o assunto pois nunca vi uma pedra flutuante ou com capacidades voadoras.

Pode-se sempre procurar outras pessoas que substituam as mais antigas. De certa forma intriga-me o funcionamento desta pseudopolítica ainda que tenha sido parte experiente dela.

Talvez seja esta a hora daquele, e passo a expressão, "paleio roto". Palavras sem sentido que revogam, ou pelo menos o deveriam fazer, ideologias nossas perdidas nos confins da nossa consciência.

Talvez ao nascer deveríamos ser providenciados com um livro de instruções para que pudéssemos, assim, melhor entender certas pessoas e, sobretudo talvez, nos entendermos melhor. Dado que possível não é, há que nos contentarmos sobre o que existe, pesando os prós e os contras.

E, então, são situações dessas que me levam a pensar o que há tempos postei: " Vivemos como se não fôssemos morrer. E acabamos por morrer como se não tivéssemos vivido."

Há que mudar e (...) tendo ela razão.



A juntar a isso perdi umas das muitas oportunidades, espero, de realizar um sonho desde há muito achado que se sobrepõe a quase tudo e todos e que, talvez, seja das únicas ou poucas razões pela qual ainda quero que saibam da minha existência.

Sendo tudo "só até ao dia..."